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Cidades e vilarejos

As três capitais do Cáucaso não se parecem em nada, e essa é a graça. Tbilisi é desordem encantadora: varandas de madeira prestes a cair, banhos de enxofre sob cúpulas de tijolo e uma vida noturna que surpreende. Yerevan é rosa —literalmente, pela pedra vulcânica de suas fachadas—, ordenada e cheia de cafés de onde se vê o Ararat. Baku é um cenário de três épocas sobrepostas: muralha medieval, bulevares do primeiro boom do petróleo e arquitetura futurista de vidro.

Mas esta seção não fica só nas capitais. Aqui estão também as segundas cidades que quase ninguém visita e quase todos deveriam: Kutaisi e seus mercados, Gyumri com seu bairro de artesãos, Sheki entre montanhas de seda, Signagi debruçada sobre os vinhedos de Kakheti. E os vilarejos: aldeias de Svaneti coroadas de torres, Lahic e seus caldeireiros, Dilijan entre bosques.

Cada guia conta o que ver, quanto tempo dedicar e como encaixar cada cidade numa rota maior. São as mesmas cidades por onde passam nossas viagens ao Cáucaso.